O que nos contamina?
A comida que entra no corpo é eliminada, deixando apenas seus nutrientes. Assim, o que entra no corpo deve ser neutro, e o que sai do coração, transformador.
A maldade, a mentira e a violência — assim como as palavras e ações manifestadas — corrompem e contaminam o coração.
A intenção do bem é como o fogo que consome as impurezas e devolve a ordem.
Nada está aqui ao acaso.
Cada elemento, cada alimento, carrega em si uma função.
O céu azul, o mar azul-esverdeado, as florestas verdes… absolutamente tudo tem algo a cumprir.
O alimento pode ser purificado para que, ao ser incorporado, não reste nele resíduo desarmônico, impregnado no processo de industrialização ou por quem o preparou, mas sim a intenção do bem e a neutralização de energias pesadas.
Pode-se fazer uma prece de agradecimento ao alimento ou inserir boas palavras e bons pensamentos: isso transforma o alimento em essência sagrada para o corpo, a mente e o espírito.
Compartilhar uvas com quem deseja o bem é uma forma de dar e receber prosperidade.
Harmoniza e eleva a energia sutil do ambiente.
Traz alegria pelo ato.
Reconforta sem palavras.
É um presente para quem recebe e um privilégio para quem dá.